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A cantora Lidia Maria leva a canção brasileira por onde passa através das suas composições cheias de leveza e poesia, e de interpretações de clássicos da MPB. No festival “Acordes do Amanhã”, ela apresenta o show “Canção na Rua” propondo um encontro da canção popular com um público de diversas gerações e gostos para mostrar que a música ultrapassa o tempo e as diferenças.  A ideia é fazer com que a plateia conheça e se reconheça numa música que já não tem mais tantos espaços na grande mídia, mas que traz a força da cultura e da arte brasileira.  

A dupla de amigos que atua junto em gravações e shows desde os anos noventa, resolveu montar o duo pra tocar músicas autorais, além de musicas que influenciam o estilo de ambos. Seria difícil definir o estilo, pois transita entre o jazz, pop, rock, música francesa, temas de filmes, carimbó e outras sonoridades reunidas no caldeirão sonoro permitido pelo encontros dos músicos. 

Makito Vieira é artista, diretor da empresa Taiti Produções, músico (multiinstrumentista, compositor, arranjador, produtor/diretor musical), brincante. Desde 2000, vem mergulhando no universo da música, estudando com grandes nomes da música cearense, como: Tarcisio Sardinha; Liduino Pitombeira; e Alfredo Barros.

Fruto da trajetória cultural dos Irmãos Cruz, o Projeto Acordes Mágicos atua no bairro Novo Mondubim e visa promover inclusão cultural em áreas de vulnerabilidade social através da música. O Instituto desenvolve espaços onde crianças e jovens acessam e aprendem práticas instrumentais com fins educativos; explorando a interdisciplinaridade existente entre a música e as matérias tradicionais do currículo escolar, em parceria com a escola formal.

Carimbó, samba e outros tonais da música brasileira ganham a energia dos beats de DJ Renatinha. Na intenção de propor uma nova musicalidade aos clássicos da música popular brasileira, o som ecoa e modifica o contato musical.


Em parceria, Hugo D’Leon e Stênio Gonçalves interpretam símbolos da música popular e composições autorais. De trajetória reconhecida no cenário cultural, os cearenses se apresentam com uma formação intimista composta por um rico repertório enraizado nos símbolos brasileiros; sem esquecer os clássicos imortais do jazz.

O Grupo de Flautas é fruto dos trabalhos da Escola de Música de Itapajé. Ela trabalha a sensibilidade das crianças e adolescentes como forma de prevenção à violência social e busca de uma vida em harmonia com o meio em que vivem e paz no convívio social. O projeto teve início no ano de 2014, com uma duração de seis meses, apenas com o instrumento de sopro Flauta Doce. Participaram em média 60 crianças na idade de 10 a 15 anos.

Misturando os timbres da guitarra elétrica e da flauta transversal, o Duo de Fortaleza Black Jazz aborda numa linguagem que remonta a essência brasileira o samba, a bossa nova e, principalmente, o jazz.

Filhos de Fortaleza. André Leano, Thiago Rocha e Matteus Doudement, em coletivo, tocam e encantam Fortaleza. A relação com o saxofone não é novidade na trajetória dos músicos; que, desde a adolescência, alimentam a paixão com formação musica.

O "Mahler Duo de Trompas" surge com o intuito de divulgar e disseminar a arte de tocar trompa, na cidade de Fortaleza, através dos músicos Renan Pablo e Ruama Barreira, trompistas da Orquestra e da Banda Sinfônica da UFC, que encabeçam ainda os estudos e pesquisas em trompa dentro da Universidade Federal do Ceará.

Graduandas em Música pela Universidade Federal do Ceará (UFC), o duo iniciou seus estudos em clarinete em 2015 e vem desenvolvendo desde o início de 2017 um repertório bem variado, do clássico ao popular, voltado para a música brasileira. Eloilma Moura é formada em Artes Visuais, pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) e clarinetista da Banda Sinfônica e Orquestra Sinfônica da UFC. Amanda Pinheiro trabalha com música desde os 14 anos e atua como professora de música na Viva Escola de Artes.

 

Criada em 1991, a Banda da Escola Municipal de Ensino Fundamental José Rodrigues tem ganhado ênfase ao aliar a prática musical aos processos de aprendizagem e integração, promovendo uma vivência interdisciplinar com estudantes e envolvendo a comunidade circunvizinha no cotidiano escolar. A Banda Marcial José Rodrigues reúne 33 instrumentistas e 3 balizas, executados por alunos do 5º ano ao 9º ano e um integrante da comunidade, ex-aluno da escola.

A cantora e compositora Di Ferreira ao lado de o produtor musical e multiinstrumentista Claudio Mendes, toam improvisos e nuances clássicos do jazz aliados às texturas pulsantes e outras ambiências originárias da música eletrônica, a fim de mesclar os gêneros e promover experimentações que reúnam os dois gêneros sonoros.

Carlinhos Patriolino é multiinstrumentista autodidata, tocou e gravou ao lado de vários cantores e instrumentistas consagrados da MPB como: Zélia Duncan e Belchior. A trajetória musical frutifica reconhecimento nacional, já tendo sido premiado como o melhor músico nas categorias Compositor de Música Instrumental e Instrumentista de Cordas (Instrumento Acústico) do Prêmio Nelsons da Música Cearense de 2000; além do troféu Cata-Vento na categoria melhor CD Instrumental emitido pela Rádio Cultura de São Paulo em 2007. O último disco “Vivências” foi gravado em 2015 e teve seu lançamento em turnê internacional em Lisboa, em Portugal; Paris, na França; Bilbao, Torrelavega e Santander, na Espanha.

Roberto Lessa, guitarrista e vocalista da Blues Lebel, reuniu-se com Gabriel Yang e  Marcelo Holanda para o projeto Combo Blues que resgata o blues em sua forma  primitiva, entre números da época e interpretações no formato guitarra/violão,  slide e washboard.  Roberto é conhecedor e pesquisador da história do blues, Gabriel constrói guitarras  rudimentares como os antigos bluesmen e Marcelo tocar o washboard, tábua de  lavar roupa literalmente, utilizada nos primórdios do blues como percussão.  Combo Blues é o moderno e o antigo se encontrando tendo o blues como elo de  ligação de duas épocas.

Cantora e compositora, Camila Marieta atualmente trabalha no lançamento de seu segundo EP, da sua nova formação, intitulado TROPEÇO NO MEIO FIO, agora acompanhada pelo trio de multi-instrumentistas, Daniel Lima, Junior Quintela, e seu produtor musical, Claudio Mendes.

Tocou em projetos relevantes como o Curto Circuito, promovido pelo Órbita Bar, e o Só Autoral, iniciativa do Floresta Bar. Além disso, abriu shows de Tulipa Ruiz e Castello Branco, e foi convidada pela Solar Basquete Cearense para compor e gravar a música-tema do time, chamada “Solar Me Fez Cantar”. Já fez participação no CD de lançamento do rapper Côro MC, tendo repercussão no maior site de rap do país. Participou também de gravação com um dos rappers mais renomados do Ceará, Diego da Sul.

Multinstrumentista, compositor, arranjador e virtuoso do violão, o maranhense Sardinha tem larga experiência na execução e harmonização de diversos estilos musicais. Apresentou-se e gravou com artistas como Dominguinhos, Belchior, Fagner, Ednardo, Amelinha, Fausto Nilo, entre outros nomes da música popular brasileira. Além disso, coordenou o projeto Tapera das Artes, Aquiraz – CE, que representou o Ceará na Bienal de São Paulo e hoje é patrocinado pela Fundação Airton Sena. Nesse projeto, durante seis anos Sardinha desenvolveu seu método especialmente criado para crianças e adolescentes.

 

O grupo, nascido em 2013, já ocupa a cidade com produção independente. Sob direção musical e regência de Carlos do Valle, o recital ‘Folk’ é expressão de magia nas vozes femininas que interpretam músicas folclóricas para ecoar a multiculturalidade. Dos sons que se confundem entre a descoberta do novo e o reconhecimento do familiar, nasce o diálogo entre o velho e o novo; o oriental e o ocidental; para, em Fortaleza, celebrar o encontro entre culturas e, através da música, experimentar as liberdades promovidas pela globalização.

Formado pelos jovens violonistas, Caio Vitor / 14 anos, Joel Lisboa / 16 anos, Davi Gabriel / 18 anos. Todos iniciados nos estudos do violão erudito no projeto Acordes Mágicos (Instituto Silva Cruz), e alunos do violonista Axel Brendo, juntos formam este trio promissor que vem fazendo apresentações em salas de concertos no Ceará com repertório recheado de peças popular e eruditas, do clássico ao choro vem se destacando pela ousadia por serem muito jovens e tocando peças de alta complexibilidade. O trio foi elogiado pelo DUO SIQUEIRA LIMA, um dos melhores duetos do mundo. Esses jovens talentos do Ceará vem chegando no cenário do violão erudito trazendo consigo a originalidade brasileira e diversificação musical no geral.

Irmãos Cruz é formado por seis jovens irmãos: Axel Brendo (violão/violino), Maíra Cruz (flauta/violino), Cecília Cruz (Clarinete/viola), Mirian Cruz (violoncelo), Vitoria Cruz (violino) e Alisson B. Cruz (piano). Vindos de uma família de músicos, os jovens têm um repertório voltado à música instrumental erudita e à popular, com arranjos criativos adaptados para a formação do grupo. Atualmente vem realizando recitais em teatro e salas de concertos, palestras em escolas publicas do município de Fortaleza/CE,onde visa a divulgação e formação de plateia para musica erudita. Os irmãos também são fundadores do projeto Acordes Mágicos (projeto social que visa a inclusão sociocultural através da música),o projeto também da acessibilidade a mais de 350 crianças e jovens para aprendizagem de instrumentos musicais. O projeto funciona numa escolinha de futebol no Novo Mondubim.

Pedro Humberto

A Camerata de Cordas da UFC (Fortaleza) iniciou suas atividades em março de 2016 como conjunto de música de câmara formado por alunos da graduação e extensão do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará, sob direção das profas. Dra. Liu Man Ying (violino e viola) e Ms. Dora Utermohl de Queiroz (violoncelo e contrabaixo). A Camerata foi criada com o intuito de ser um grupo de formação instrumental coletiva e iniciação à prática instrumental e orquestral, e se destina a todos os estudantes de música e pessoas interessadas da comunidade de Fortaleza, com prévio conhecimento musical dos instrumentos de cordas friccionadas.

O Projeto Música na Escola é desenvolvido desde 2009 pelo Setor de Cultura da Secretaria da Educação do município de Luiz Gonzaga, no Rio Grande do Sul. Inicialmente, 30 estudantes participavam das classes. Atualmente são 80 alunos, todos da Rede Municipal de Educação.

Ofertando aulas gratuitas de violão e teclado, ministradas pelo professor Fernando Barrilari, o projeto constitui um espaço de ensino-aprendizagem, facilitando não somente o domínio de técnicas musicais, mas também o desenvolvimento de disciplina, motivação, capacidade de relacionamento interpessoal, autodomínio, integração, inclusão e construção do saber.

O Siara Quarteto começou sua atuação a partir da necessidade de por em pratica um estudo de musica de câmara. O grupo fomenta a disseminação erudita e popular por onde passa e ressalta a oportunidade de divulgar ainda mais a pratica desses instrumentos. O Siara Quarteto já participou várias vezes do Festival Eleazar de Carvalho, realizando concertos temáticos com ênfase em estilos diversos como tema de filmes, vídeo game entre outros. O quarteto ainda faz participações junto a projetos como Concertos Solidários, Projeto Funarte de Concertos Didáticos, Concertos do Nordeste, Feira da Música, além de realizar concertos nas cidades de Pindoretama, Eusébio, Canindé, Maranguape, Aquiraz e Sobral.

Criada em Janeiro de 2017, o grupo é composto de uma formação básica de cinco Cordas Friccionadas. A Camerata trabalha desde a música erudita à música contemporânea, enfocando na diversidade estilística e proporcionando os mais diversos sentimentos através de suas interpretações e desenvolvendo a cultura de música instrumental ainda não tão apreciada em nossa região, principalmente na área da música antiga.

Formada no primeiro semestre de 2015, a Norjazz Big Band é composta por professores, estudantes de música, amigos colaboradores e conta com uma grande experiência de músicos da região do estado. Seu repertório traz peças de diversos gêneros e com arranjos de alto nível, do baião ao jazz, valorizando a cultura da música instrumental.

A Banda Zequinha Freitas é um conjunto formado por estudantes com base no núcleo de sopros, buscando um ambiente de saberes práticos e de estudos coletivos, proporcionando um estudo instrumental que visa a utilização de saberes trabalhados em sala de aula com uma conotação prática. Ao utilizar tal formação, a banda difunde os instrumentos que compõem a banda de música, seus timbres e jovens talentos perante eventos da própria Escola de Música de Sobral, outras escolas e a sociedade em geral.

A Fun Music é um grupo de música instrumental que tem como finalidade estimular as atividades em grupo da escola de música, assim como despertar nos alunos o interesse de desenvolver as habilidades e a técnica no instrumento. A ideia é criar uma identidade musical própria, explorando a improvisação, composição, experimentação e percepção musical.

Criada em Janeiro de 2017, a Camerata é composta por 13 violinos. Ao trabalhar desde a música erudita à música contemporânea, visa um enfoque na diversidade estilística, proporcionando os mais diversos sentimentos através de suas interpretações e desenvolvendo a cultura de música instrumental ainda não tão apreciada em nossa região, principalmente na área da música antiga.

O Grupo Os Curumins teve início em 2014, com a proposta de formar um grupo de prática de conjunto infantil, com alunos de 07 a 11 anos de idade, encaminhados pelos professores (as) das aulas de Musicalização Infantil e demais cursos existentes na Escola de Música Maestro José Wilson Brasil. O grupo busca valorizar e manter viva a cultura musical dos ritmos Nordestinos (Xote, Baião, Marchinha, Frevo, Samba, Maracatu etc.). Atualmente, o grupo é formado por nove integrantes, além do professor orientador Boca, e possui um repertório versátil e dançante de músicas brasileiras.

O Coral Vozes de Sobral foi criado no ano de 1997 na reabertura das atividades da Escola de Música de Sobral e teve como primeiro regente Aildemar O coral, como opção de estilo, apresenta um repertório eminentemente voltado à Música Brasileira, embora também apresente eventualmente repertório erudito e sacro. Conta atualmente com 40 cantores e cantoras com idades e ocupações das mais variadas.

Fundado no ano de 1956, o Coral do IFCE conta com 35 coralistas. Formado na sua maioria por alunos do Instituto, vem mostrar através de arranjos vocais bem elaborados um repertório de música brasileira. Entre as várias apresentações, se destaca os encontros de Corais por várias cidades brasileiras e a participação no Festival Internacional Eurochestries, no ano de 2011 na França. O Coral do IFCE tem a direção do Prof. Marcelo Leite, que divide a regência com o Prof. Marcos Paulo Leão.

Inicialmente formado como um trio de palhetas duplas, o grupo se chamou "FOO trio". O trabalho inicial buscava o aperfeiçoamento técnico através da troca de experiências entre os músicos do Grupo e que, de forma autodidata, se lançaram ao desafio de aprender instrumentos que raramente são ouvidos no contexto de Fortaleza. Após alguns meses de trabalho, um Clarinete, instrumento de palheta simples, juntou-se ao grupo. O trabalho realizado levou à pesquisa e elaboração de arranjos específicos para o grupo, que a partir de agosto de 2016 trocou um dos Oboés por um Corne Inglês, resultando em uma sonoridade única. Além da busca pelo aprimoramento técnico, o grupo intenta também difundir as sonoridades de seus instrumentos, principalmente dentro do ambiente acadêmico no qual se busca a Formação de Professores de Música, a Universidade Federal do Ceará.

Para promover a cidadania por meio do ensino de música e da prática orquestral, o Instituto oferece aulas de violino, viola clássica, violoncelo, contrabaixo, violão, flauta doce, flauta transversal, clarineta, saxofone, trompa, trompete, trombone e tuba gratuitamente às crianças e adolescentes vulneráveis de Cachoeira Dourada de Goiás, Itumbiara e Almerindonópolis no sul de Goiás; e de Cachoeira Dourada no norte de Minas Gerais. Como resultado, os ensinamentos e práticas musicais convergem para eco da Orquestra; que já conta com destaque e circulação nacional e internacional.

O Centro Educacional da Juventude Padre João Piamarta, através da Banda Dona Luíza Távora, tem proporcionado contato com a música ao público infanto-juvenil e a oportunidade de transmití-la às comunidades e espaços públicos – contribuindo para a formação de plateia. Acumula 44 anos ininteruptos de experiência com trajetória de reconhecido valor social na educação e profissionalização de milhares de crianças, adolescentes e jovens. Para além dos prêmios nacionais, foi ouvida pelos Papas Paulo VI e João Paulo e já realizou 11 excursões culturais à Europa já foram realizadas, exibindo-se nas principais cidades de Portugal, Espanha, França, Itália, Suíça, Alemanha e Áustria.

A Orquestra Filarmônica Estrelas da Serra é formada por estudantes da rede municipal e estadual de ensino de Croatá e faz parte do Ponto de Cultura Vamos Fazer Arte, criado pelo músico Silvério Oliveira. O objetivo inicial era formar um grupo de flauta doce com crianças. O projeto cresceu e, em março de 2009, nasceu a Orquestra, que hoje faz sucesso por onde passa. Regida pelo maestro Hélio Júnior, a orquestra hoje tem 52 jovens músicos com idades que variam de 10 a 21 anos. O grupo, composto por instrumentos de sopro e percussão, executa um repertório eclético, com músicas regionais, populares e internacionais.

Atuando desde 2000 em Orós; e 2003 em Fortaleza, a Fundação atende crianças e adolescentes com faixa etária entre 7 e 17 anos a fim de promover o desenvolvimento humano, o pensamento artístico e a percepção estética através de oficinas nas diversas áreas culturais, sendo a música o foco principal de suas ações.

O Concerto de Música Ibero–Americana é um das realizações do Projeto de Formação e Difusão Artística da Fundação Raimundo Fagner e do premiado Programa Aprendendo com Arte. Da renascença portuguesa ao Brasil do século XIX, o recorte e memória de tradições e significados que permeiam nossas heranças culturais tomam forma através de peças instrumentais como villancetes, oratórios, ofícios religiosos, lundus, modinhas e canções nacionalistas.

A trajetória de 18 anos da Orquestra é parte da história de vida de crianças e adolescentes oriundos de escolas públicas. No intento de incluir socialmente crianças e adolescentes através da música, a Associação dos Amigos da Arte – AAMARTE, através do Ponto de Cultura Amigos da Arte, investe esforços e energias. De Pindoretama para o mundo. Mais de 600 concertos já foram realizados no Ceará, além de apresentações em São Paulo, no Rio de Janeiro, na Alemanha e na Noruega.

A Orquestra de Sopros de Pindoretama tem como Diretor Artístico e Regente Titular o Maestro Arley França, seu idealizador e fundador. Músico e pedagogo, Mestre e Doutorando em Educação, estudou regência orquestral na Inglaterra, Itália e Estados Unidos. A Co-direção da Orquestra fica a cargo do maestro assistente, Adriano Martins, ex-integrante do grupo, Graduado em Artes e Especialista em Educação Musical.

O violinista Marcos Maia e a cantora Paula Tesser, ao lado de notórios instrumentistas da cena musical do Ceará, foram reunidos em show dedicado ao ‘gipsy jazz’.

Referenciados em Django, trata-se de uma vertente que se dedicou à aproximação do jazz à cultura cigana, produzindo um estilo híbrido de linguagem peculiar e especial.

O público terá o privilégio de conferir clássicos do jazz cigano, com diferentes temas dentro do vasto universo da obra de Django Reinhardt. O repertório conta com composições de Django, além de releituras como ‘Brasil’, do Ary Barroso.

Promovendo educação musical para a transformação social, o Programa de Música Jacques Klein oferece cursos gratuitos de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, piano, violão e coral nos bairros Passaré, Henrique Jorge e José de Alencar. Durante os 6 anos de duração, cada curso permite que crianças e jovens comecem, desde cedo, a colocar o aprendizado em prática e a compartilhá-lo com suas comunidades. O Coral Infanto-Juvenil, a Camerata de Violões, o Grupo de Teclas e a Orquestra Jacques Klein fomentam produções musicais com educandos do programa e compõem a Programação do Festival Acordes do Amanhã.

A partir do Programa Ciranda da Cidadania Cultural, o Instituto desenvolve atividades musicais com crianças, adolescentes e suas famílias no Conjunto Tancredo Neves. Como resultado das oficinas, nascem o Coral Intergeracional ‘Eu, Tu, Nós, Vozes’ e o Grupo Tocando a Vida de Flautas Doces que integram a programação do Festival Acordes do Amanhã.

No primeiro, Avós, pais e mães, filhas e filhos, netas e netos, irmãs e irmãos cantam juntos. Sob regência de Caio Barros, 80 vozes de diferentes gerações se encontram no coral para toar gêneros musicais e promover o intercâmbio de conhecimentos e experiências sobre a convivência comunitária. No segundo, os sons de clarinetes, saxofones e trompetes embalam as vivências sonoras de homens e mulheres. O Instituto abraça a ideia da valorização da cultura e o ensino musical como uma importante ferramenta na missão de transmitir valores e praticar a cidadania através de ações transformadoras.

Formado pelos professores doutores Heinz Schwebel (trompete), Joatan Nascimento (trompete), Lélio Alves (trombone), Celso Benedito (trompa) e o mestre Renato Pinto (tuba), o grupo tem realizado importantes concertos nas diversas regiões do Brasil e da América do Sul.Nestas jornadas musicais os componentes também se dedicam em ministrar master class de performance, buscando compartilhar conhecimentos e experiências de anos de ensino acadêmico.

A Banda de Música Chiquita Braga é composta por adolescentes e jovens do município de Caucaia, região metropolitana de Fortaleza. Produto da disciplina “Prática de música em grupo”, a Orquestra apresenta repertório popular brasileiro e internacional, executados por flautas, clarinete, sax, trompete, trombone, trompa, bombardino, tuba, bateria e percussão. Além de se apresentar em importantes instrumentos culturais de Fortaleza, como o Teatro José de Alencar, o Centro Cultural Dragão do Mar, o Estoril, entre outros, a Banda de Música Chiquita Braga também realiza concertos didáticos em escolas públicas situadas em Caucaia com o objetivo de formar plateias para a música instrumental e despertar o interesse das crianças e jovens pela produção artística.

O Grupo de Flautas da Casa de Vovó Dedé surgiu com o intuito de integrar os alunos mais avançados da casa, numa forma de que tivessem uma experiência com a prática em conjunto. Em um repertório que vai do erudito ao popular, o grupo se desafia a cada música pois, mesmo com o pouco tempo de criação, os integrantes mostram o estudo e o amor pela música.

A Escola de Artes Casa de Vovó Dedé é uma entidade civil sem fins lucrativos, fundada em 2 de janeiro de 1993, por Mansueto Barbosa, que atua a partir do princípio de que a arte é instrumento de afetividade, pertencimento e mudança social. Localizada na Barra do Ceará, em Fortaleza, a entidade possui como desafio central a promoção do ensino da música para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social, motivando sua autoestima e capacidade intelectual, ampliando perspectivas de futuro e promovendo inclusão e transformação social.

Reconhecida como um celeiro de novos talentos que fomenta a produção dos jovens músicos cearenses, a Casa de Vovó Dedé tem ocupado papel fundamental na busca por uma educação inclusiva para que crianças, jovens e adultos possam ter acesso a um ensino musical de qualidade e vislumbrem, nesse espaço, a oportunidade de apropriar-se do conhecimento e aprimorar suas capacidades individuais.

A Banda Sinfônica da UFC Fortaleza é coordenada, atualmente, pelo Prof. Me. Filipe Ximenes. A banda é formada por 50 integrantes, dentre eles, alunos do Curso de Música – Licenciatura da UFC Campus Fortaleza e alunos vinculados aos projetos da Secretaria de Cultura Artística da UFC (Secult-Arte – UFC). Teve início em 2015 e, desde então, com o apoio da Secult-Arte da UFC, tem realizado diversas apresentações em espaços da cidade de Fortaleza, tais como o Theatro José de Alencar, o Teatro Universitário Paschoal Carlos Magno, o Instituto de Cultura e Arte, o Hospital Sarah Kubitschek, entre outros.

O Núcleo de Sopro e Percussão da Orquestra Municipal de São Gonçalo do Amarante é composto por crianças e adolescentes integrados a um processo de formação que, desde 2015, vem propondo formas didáticas e pedagógicas de potencializar e desenvolver habilidades musicais. Dessa forma, visa contribuir para o crescimento pessoal e humano dos jovens aprendizes.

Sob a regência e acompanhamento de Madiel Santos e Diogo Barbosa, apresentam um repertório em formato de pocket show, com variadas composições clássicas da música brasileira e internacional. A possibilidade de colocá-los diante da experiência de palco e do contato com o público, da escuta um do outro, propondo uma vivência da música como modo de expressão, é o que motiva esse trabalho.

O Rio das Cordas é formado por alunos monitores e professores da escola de Música de Guaramiranga, projeto desenvolvido desde 1997 pela AGUA (Associação dos Amigos da Arte de Guaramiranga). O grupo desenvolve uma pesquisa de sonoridade dos instrumentos de cordas dedilhadas, acústicos e elétricos (Violão, Viola, Bandolin, Guitarra e Baixo), executando um repertório popular que passa pelos ritmos nordestinos e chegando a clássicos do choro e da Bossa Nova. Durante os últimos anos, o grupo vem se renovando e revezando seus componentes, que em sua grande maioria vem do curso de Violão da Escola de Música de Guaramiranga. O grupo já gravou dois CD com participação de músicos reconhecidos na cena musical cearense, como Ellis Mário Pereira, Marcos Maia, e Manassés de Sousa.

Concebido a partir da estética desenvolvida pelo Coral da UFC e do suporte pedagógico da Casa da Voz, o Coral Canto da Casa é o primeiro núcleo de vivência coral desta instituição, que almeja desenvolver o potencial humano por meio da arte e estimular a solidariedade pela criação e expressão musical. Assim, o Canto da Casa cumpre os verdadeiros objetivos da extensão universitária, na configuração de um coro jovem que congrega a comunidade e que conta com o apoio e o compromisso social de agentes dos setores acadêmico, artístico e empresarial.

A Associação Tapera das Artes surgiu em 1983, com a finalidade de prestar serviços dedicados à terceira idade. Em 1996 direcionou suas atividades para projetos culturais voltados ao desenvolvimento social de crianças, adolescentes e jovens oriundos de famílias de baixa renda. Os projetos foram responsáveis pela formação vários grupos musicais.

No Festival, se apresentam as atrações do programa "Um Toque de Classe", com direção do Maestro Ênio Antunes. Fazem parte do programa a Orquestra de Violões Dedilharte6 e a Orquestra Sanfônica Essência, que apresentam músicas de clássicos compositores brasileiros e desenvolve uma pesquisa sobre o regionalismo na cultura cearense. Também se apresenta a Orquestra Bachiana Jovem de Aquiraz, com execução de peças que vão desde Vivaldi a Humberto Teixeira, do erudito ao popular.

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